Boi Preá: uma saga elucidada? Na última quarta-feira, dia 3 de dezembro, no município de Elesbão Veloso, Piauí. aconteceu mais uma carreira do boi mais famoso do Brasil na atualidade, o boi Preá. Vaqueiros de vários estados do Nordes te tentaram laçar o animal, que mais parecia um foguete, sem nenhum sucesso. Várias apostas foram feitas, muitos vaqueiros de renome frustraram suas carreiras ao serem derrotados pelo famoso boi Preá. Assim, meio sem muita explicação, diante da maestria do animal, o boi foi pego. Do nada. Misteriosamente, os vaqueiros piauienses laçaram o boi e, mesmo numa mata tão cheia de garranchos, eles não tiveram sequer um arranhão. Um animal jovem, experiente, feito na farra de pega de boi no mato. Um animal que prometia muitos anos de histórias pela frente. Muitas histórias rodeiam o fim de...
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A bolsa azul
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Do céu veio a cor E a coloriu Do céu veio o brilho Que ofusca os pensamentos Que produz os sentimentos A bolsa ficou azul! Azul que traz vida... Mesmo que escorram lágrimas. Azul que tem memórias Mesmo que não venha Colorir as histórias . Azul que furta a cor , Que muda com a cor A bolsa azul sou eu! A bolsa azul é você ! ' Mas por ser azul e ser aqui Celebrar os momentos sem déjà vu Pois ser única cada dia É o que a torna feliz assim! Beth Ferreira
Pôr do sol
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Quantos pores do sol contam minha história? Quantos pores do sol descontam, de mim, As lágrimas derramadas? Quantos pores do sol derramam em mim Nostalgia, sabores e saudades!! Cada cor desse quadro é um norte O calor desse quadro é um forte E o quadro completo é o ninho O ninho da minha história Quantos pores do sol Ainda contarão a minha história? Em quantos pores do sol Verei pintada a minha face? Quantos pores do sol Verei sonhar com a lua? As respostas caem com as tardes Cujos dias o tempo lapidou Beth Ferreira
O jogador de futebol e o vaqueiro
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Os homens correm com alegria toda a vida. O jogador de futebol corre ofegante atrás da bola, dribla, faz finta e busca o gol. O vaqueiro vara a caatinga, busca o boi nos varedos até que o laça. O jogador cai gramado e chuta a bola de lado. O vaqueiro sai latanhado, seu prêmio é o boi laçado. O jogador veste roupa fina. O vaqueiro veste o terno de couro. O jogador é o craque de finta. O vaqueiro é um mestre do laço e aboiador. No gramado ou na caatinga, a luta é renhida. Mas é na caatinga que a coragem é mais forte, pois o homem lança sua sorte no lombo de seu cavalo, entrega a Deus a sua vida e corre voando no mato, vivendo a sua sina. O jogador, tão ligeiro, corre atrás da bola com seus parceiros. O vaqueiro traz consigo a coragem, o sonho e seu cavalo, o seu laço e uma parceria que à humana se compara. No mato eles correm o boi, que no laço, confere aos dois a vitória da empreitada e o seu canto ecoa no sertão por todos os lados, eternizando nas toadas a magia da vaquejada. Beth...